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A mostrar mensagens de Agosto, 2016
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coisas interessantes e possíveis de levar para a sala de aula, agora que se aproxima mais um ano letivo;

antes dele começar, o ano letivo, deixo por aqui algumas ideias que têm como objetivo mobilizar o aluno, facilitar o trabalho de ensino e aprendizagem, organizar e promover dinâmicas de grupos e/ou de sala de aula;

para abrir a secção uma aplicação que permite criar livros em contexto de sala de aula - tanto podem ser na área da escrita criativa, do diário de aula ou dos portefólios de aluno e/ou de disciplina;

vozes à solta

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narrativas da escola; diria, mais prosaicamente, coisas sobre a escola;

um livro recente que, mesmo antes de começar o ano letivo e os afazeres normais da escola, recomendo vivamente;

é uma lufada de ar fresco neste tempo quente, lê-se bem, fluí, as palavras não nos prendem, as histórias seduzem-nos; reconhecemo-nos, quem é docente, quem é pai, quem vive a escola, nas histórias

serve, fundamentalmente, para nos falar
de uma escola humanista, contemporânea, implicada nas aprendizagens e no percurso escolar, no desenvolvimento e na socialização de todas as crianças e de todos os jovens. Uma escola responsável, agregando e otimizando diversidades e complexidades, trabalhando com a incerteza, refletindo implicadamente, investindo, reconstruindo a partir dos erros, na reelaboração de práticas solidárias, numa responsabilidade partilhada. Uma escola em que a criatividade e a qualidade substituem a mediocridade e o pessimismo instalados e institucionalizados. Uma escola protetora, um territ…

29 de agosto

dia para não esquecer 

lembra o P. guinote, no seu quintal, dia 29 de agosto, para lembrar e perguntar,
até quando, porra?;

Professores e tecnologia

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é certo que a grande maioria dos docentes, de todos os níveis de ensino, são conhecedores e utilizadores da tecnologia;

nos tempos que correm quem não o é, mesmo que indiretamente;

mas daí a ser utilizador esclarecido e com sentido estratégico, nomeadamente em sala de aula, vão alguns passos;

por vezes por receio;

este sítio mostra de forma bem disposta quanto brasileira, respostas à relação entre professores e tecnologias;

aviso, o sítio é deveras interessante e atual;

para o arranque

já a pensar no arranque das atividades em sala de aula e naquilo que muitos designam como tarefas de arranque ou questões de diagnóstico, deixo à consideração um sítio (se bem que com diferentes opções) onde é possível ir buscar (em inglês) exemplos adaptáveis para uma e outra situação;

do sítio da edutopia (que está disponível na coluna do lado);

arranque

e pronto, a partir do momento em que recebi o calendário das "festividades" de arranque de ano letivo com semana e meia preenchida com reuniões disto e daquilo, para isto e para aquilo o sentimento de férias foi-se ao ar;

marca-se o início efetivo de novo ano letivo;

vamos a ele

será que

é mesmo assim;

diz-se por aí, entre dois dedos de conversa e um sentimento desconfiado que se perspetiva, lá mais para a frente uma coisa qualquer tipo ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE ... EDUCAÇÃO,

será?

de uma entrevista

esta entrevista do senhor ministro da educação revela, no meu entendimento, três situações interessantes;

uma outra geração (com percurso, história e objetivos diferenciados) chega ao poder; é certo que não é uma gestão linear (tradicional?), mas não deixa de ser interessante perceber como "um [novo] estrangeirado" olha, analisa e gere a política nacional;

gosto das pontes, delicadas, complexas, poliédricas, que perspetiva entre três partidos que têm tido, nos últimos 20 a 30 anos posições tão diferentes quanto o céu e a terra; aproximar diferenças, identificar consensos, construir pontes é muito mais complexo e desafiante que estar rezingão, rabugento, do lado oposto, ser do contra;

mas não deixa de ser mais do mesmo; por um lado limitação e condicionamento da escola pública (aqui o papel das autonomias locais é determinante, com meios e que não se devem esgotar na municipalização, seja qual for o pretexto) e de fazer omeletes sem ovos, isto é, não há dinheiro não há vícios…

sobre o interior

no decurso deste mês de agosto e no meio de tanta tontice publicada, surge, aqui e ali, uma nota interessante, que retenho para mais tarde recordar;

dou destaque a uma delas sobre o interior deste país, mais de 2/3 do país votados à desertificação, ao envelhecimento, às distâncias que nunca mais acabam, ao isolamento social e cultural;

o expresso publicou um interessante artigo que, muito provavelmente, dará origens a mais escritas, lá mais para a frente e que vale a pena destacar uma vez que é a primeira vez que vejo a eventualidade de uma estratégia educativa incidir sobre o interior;

é certo que a generalidade dos diretores de escola/agrupamento procura conformidades, com receio das suas diatribes, mas seria interessante perspetivar o que pode a escola fazer pelo interior?

e não digo/pergunto em termos genéricos, teóricos, concetuais, pergunto em termos, por exemplo,

qual o papel da escola no acompanhamento de crianças quando os pais estão ausentes?

que estratégias de promoção do s…

domínio brasileiro

somos muita bons mas quem manda é quem tem gente;

e o brasil manda na internet em português;

faça-se uma qualquer busca, sobre um qualquer tema e são milhões as páginas brasileiras enquanto as do lado de cá meia dúzia;

mesmo em sítios académicos, cada vez mais partilhados entre os dois lados do atlântico, o domínio brasileiro é feroz;

este predomínio não pressupõe, pelo menos de forma direta, qualidade, mas que no meio de tanta quantidade há coisas interessantes, lá isso há;

deste lado pt somos predominantemente consumidores, usufruímos do que por aí existe e definhamos;

o inglês americano substituiu o francês e depois o próprio inglês do velho continente tornando-se a língua dominante não apenas da internet mas global,

daqui a pouco, não restam grandes esperanças que o português será no sotaque de drumond e não de pessoa;

para consultar páginas no domínio pt é preciso filtros, tempo e paciência;

das férias e da escola

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em período de pausa onde predominaram, uma vez mais, os incêndios em termos de escola houve algumas notas (notícias) que achei interessantes;

uma sobre o calendário e objetivos da IGEC para o próximo ano letivo;


de acordo com os objetivos na tabela (e disponíveis na respetiva página) o sul surge com uma preponderância deveras significativa, um total de quase 77% das escolas sujeitas a avaliação - quando o sul (Alentejo e Algarve) não representa mais de 10% do total do país em termos escolares (e não só);

desculpem lá qualquer coisinha, mas é obra?

estou certo que existirão razões para o efeito,

mas não será algo desproporcional e que certamente exercerá influência no relatório final - replicando essa desproporção, enviesando resultados?

ou será que aquilo que se pretende é mesmo fazer um exame detalhado ao sul?

ou será que descobriram os privilégios de viver a sul?

dos modelos

fiz alterações ao modelo do blogue;

reconheço que sou, de alguma forma, um inconformado, gosto de mudar, de alterar modelos e padrões;

mas que não percebo nada da coisa também é verdade, mudo o que posso, o que sei ou o que consigo;

fica aqui ao lado a lista de blogues, coisas prás aulas, para conhecer, metodologias, recursos;

a caixa de comentário está disponível - condicionada, claro, mas disponível;

mais do mesmo - um ano depois

esta coisa da blogosfera (e/ou das redes sociais) permite ver o nosso histórico, perceber os nossos índices e padrões de coerência;

fui atrás, a agosto do ano passado, ver o que então tinha escrito - ou escrevido como eu gosto mais de dizer;

e não é que disse quase o mesmo do que está abaixo?!

contudo, o trabalho do ano passado foi muito por água abaixo, mudei de escolas e de níveis, pelo menos de um dos níveis;

ele há coisas que, apesar do tempo, são mais do mesmo; mai nada...

chamem-me nomes

eu sei que não sou, nem nunca fui, totalmente bom da tola; mas é o que se arranja e a idade não produz veleidades de melhoria;

apesar de ser docente há já uns anitos, de andar para trás e para a frente com níveis e anos de escolaridade tenho de reconhecer que ando entretido com as coisas básicas da profissão docente, planificações;

não começo cada ano do zero, aproveito muito do material que tenho, mas não deixo de ver comentários ao ano anterior, alterar aqui e ali, procurar melhorar isto e aquilo; a grande preocupação é mesmo a contextualização; os públicos mudam, crescem e tenho de adaptar dinâmicas, estratégias e opções - pelo menos inicialmente, depois logo se verá como a coisa corre - ou escorre;

podem-me dizer que não estou, nem sou, bom da tola, mas nesta altura ando entretido com coisas das aulas, aquilo que para uma mulher se poderia designar, num qualquer pronto a vestir, de os essenciais; já fiz planificações, já re organizei a matriz de avaliação (os meus registos de cada…

mais do mesmo

apesar de ainda não terminado o bem bom, a pausa pedagógica, começo, ainda que devagarinho, a retomar dinâmicas, a recomeçar moengas, a recuperar vontades e disposições;

devagarinho vamos lá;

votos para que a pausa tenha sido boa, a minha foi q.b.

pronto para mais do mesmo

em restabelecimento

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de forças e ânimos, vontades e coisas necessárias a um andamento pretensamente normal;

depois de submeter a candidatura à mobilidade interna, vou ali e já venho;

diria para descanso de quem por aqui passa, dos visitantes e leitores;

mas é também por mim, estou a precisar;

mais não seja para perceber o que é necessidade de descanso e o que são as moengas da idade;


prometo regressar - a 15 deste mesmo mês de agosto, até lá, fiquem bem...