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sobre a flexibilidade

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o governo, a tutela parece que interrogou umas quantas escolas para as "convidar" a integrar a experiência da flexibilidade curricular;

segundo sei por algumas daquelas onde o convite se deu, discussão parece que não houve; conversa também não, auscultação de vozes e/ou sensibilidades ou foram escassas ou não existiram;

mas querem fazer a coisa com quem?

quem é que tem que assumir a flexibilidade? diretores ou professores? alunos ou comunidade?

há coisas que começam tortas

currículo

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sessão nº. 3 de uma ação de formação que decorre na escolinha por onde ando;

primeiro, à semelhança dos pais de filhos turbulentos ou problemáticos, que, o mais das vezes, falham as reuniões, pena que alguns profes não tenham estado para ouvir a conversa;

não sei se perceberiam, mas seria, no mínimo, interessante ver a cara de alguns; como foi dito, é mesmo uma questão de maturidade docente;

hoje foi sobre o currículo com intervenções que deixaram água na boca e vontade de conversa;

na mesa j. pacheco e a. rodrigues,

ele uma figura incontornável do tema, a outra uma prática que encara a sala de aula na sua dimensão mais social;

desinteresses

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estou como os gaiatos à escola, desinteressado, cada vez mais desinteressado do facebook;

cada vez mais se parece com aquela afirmação de m. da fonseca que peço desculpa de não reproduzir adequadamente, a minha praça é o meu mundo, o meu mundo é a minha praça;

banalidades, vulgaridades e trivialidades;

afinal dá conta do que somos;

militância

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leio um memorial a adérito sedas nunes e dá para pensar, por isso escrevo, o quanto importante é, hoje, em 2017, passados quase 30 anos do texto dos 25 anos da análise social, ser militante, estar implicado, assumir a dimensão do social;
dá para perceber e perspetivar, à luz de coisas de há 30 anos, de qual o papel da educação e as suas dimensões sociais no interior do país; 
dá para perceber que sem professores militantes não haverá interior que nos salve, nem políticas que nos reservem qualquer lugar num futuro ainda que incerto; 
sem militância pedagógica e/ou profissional, restar-nos-á o funcionalismo público da anuência, da subserviência, da obediência - desculpem lá, da acefalia; 
sem militância ou sem implicação pedagógica (isto é, com a indiferença), resta-nos ser atores, interpretar um papel que outros escreveram, ser o que outros definiram, mesmo que com alguma recriação que julgamos própria ou nossa mas que é de outros - somos marionetas; 
com militância, com implicação e…

Adérito Sedas Nunes

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é figura incontornável na ação social e na sociologia portuguesa;

junto as duas (ação social enquanto intervenção cívica e sociologia enquanto disciplina e área de estudo teórica) para dizer que uma não existe sem a outra - ação não existe fora de um dado campo teórico, como a teoria não se operacionaliza por si e precisa de um campo de ação prático;

hoje, quando muitos dizem e defendem a prática a teoria torna-se essencial para perceber essa mesma prática;

mas não há prática sem teoria;

o ensaio é algo rebuscado, certamente de jovem investigador que se afirma pela vernacologia e se esquece, por vezes, do autor; mas que é interessante é

vale a pena conhecer quem foi ASN;

de chuva

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e, em dia de chuva, os habitantes do pátio refugiam-se no interior da escola;

perfil

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as pessoas mudam, mesmo que não queiram mudar;

a procura da felicidade, das coisas boas da vida impele-nos a mudar, a fazer diferente, a experimentar outras formas;

mesmo que estejamos sempre na mesma, mesmo que haja um momento mias adequado que outro; mas mudamos;

o blogue também muda, dentro da minha irriquietude, da minha inquietação, da minha impertinência